sexta-feira, 12 de março de 2010

Febraban será liderada por executivo profissional

Principais banqueiros do país resistem a assumir a presidência da federação

Entidade entrou em atrito com o governo por pressões para reduzir o "spread" bancário; diretoria atual será mantida por outro ano
TONI SCIARRETTA
DA REPORTAGEM LOCAL
Com uma sucessão embolada pela frente, os bancos brasileiros decidiram "profissionalizar" o comando da Febraban, um sindicato patronal e organização de classe criado para defender os interesses comuns das instituições financeiras.
A ideia é contratar um executivo de prestígio com trânsito entre diferentes bancos e no governo. Até que as mudanças sejam implementadas, a proposta é manter o atual mandato da diretoria por mais um ano.
O mandato do atual presidente da federação, Fabio Barbosa, terminava agora em abril e ele havia comunicado aos colegas que pretendia se dedicar, exclusivamente, ao Santander, banco que está em processo de fusão com o Real.
Nenhum dos principais banqueiros brasileiros se dispunha a enfrentar a missão de comandar a entidade, que nos últimos anos entrou em rota de colisão com o governo federal por conta da cobrança de tarifas, "spread" alto (diferença entre os juros captados e os repassados ao consumidor) e margens de ganhos com cartões.
Um antigo acordo entre os bancos privados -jamais confirmado pelos banqueiros- fazia com que a presidência da Febraban fosse alternada, em sistema de rodízio, entre os bancos privados nacionais e estrangeiros. Como as últimas três presidências foram de Itaú, Bradesco e Real/Santander, nessa ordem, seria novamente a vez de o Itaú assumir o posto. Questionado pela Folha no final de fevereiro se voltaria a presidir a Febraban, Roberto Setubal, presidente do Itaú Unibanco, disse que o assunto estava "sendo endereçado".
Além de Setubal, falava-se à época que poderiam assumir o posto na Febraban o presidente do conselho do Itaú Unibanco, Pedro Moreira Salles, e Geraldo Carbone, vice-presidente encarregado da operação de varejo. Os três, porém, estavam bastante envolvidos com a fusão entre Itaú e Unibanco, que chegou à rede de agências.
Para chegar à Febraban, o indicado precisa fazer parte do conselho de um dos bancos.
Segundo a Febraban, a diretoria-executiva irá discutir e definir uma proposta de profissionalização de sua gestão, como acontece em associações de outros países. "Uma vez aprovada, será iniciado um processo de seleção de um executivo para cumprir as funções normalmente destinadas ao presidente da federação", informou.
A federação argumenta que houve uma mudança importante em suas funções nos últimos anos, com a criação de novas estruturas internas, como de autorregulação e de educação financeira, o que exige mais dedicação de tempo por parte da diretoria.
FONTE:FOLHA DE SÃO PAULO

Bancos não reduzem juros, aponta Procon

Taxas se mantiveram as mesmas na maioria das instituições pesquisadas
Agência Estado
Levantamento feito pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor do Estado de São Paulo (Procon-SP), órgão vinculado à Secretaria de Justiça e Defesa da Cidadania do Estado, mostra que as taxas de juros cobradas pelos bancos no empréstimo pessoal e no cheque especial se mantiveram inalteradas no início de março, na comparação com fevereiro.

A pesquisa inclui dez instituições financeiras: Banco do Brasil (BB), Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú, Nossa Caixa, Real, Safra, Santander e Unibanco.

O levantamento, feito dia 2, já é o quinto consecutivo sem indício de queda de juros nos empréstimos pessoais. No caso do cheque especial, é o terceiro mês sem alteração.

No empréstimo pessoal, a taxa média cobrada pelos bancos se manteve em 5,17% ao mês para os contratos de 12 meses, mesma taxa de fevereiro. A única alteração de taxa de um mês para outro foi a do Bradesco, que elevou os juros cobrados nas operações de empréstimo pessoal de 5,34% para 5,37% ao mês ? acréscimo de 0,03 ponto porcentual.

A maior taxa cobrada para operações de empréstimo pessoal é do Itaú e do Unibanco ? 5,86% ao mês. Na outra ponta está a Caixa, com 4,39%.

No cheque especial, a taxa média dos bancos pesquisados manteve-se em 8,79% ao mês. O Safra está no topo do ranking do Procon ? 12,30% de juros ao mês. A Caixa é a que cobra a menor taxa também no cheque especial, com 4,39%.

Em janeiro, o Comitê de Política Monetária do Banco Central tomou a decisão de manter a taxa básica de juros (Selic) em 8,75% ao ano, patamar inalterado desde julho. A tendência, segundo os analistas, é de elevação da taxa Selic nos próximos meses, diante da perspectiva de elevação da taxa de inflação

quinta-feira, 11 de março de 2010

APOSENTADO DO BB ANTES DE 1996 NÃO TEM DIREITO ÀS NOVAS COMISSÕES

As comissões criadas pelo Plano de Cargos e Salários do Banco do Brasil em 1996 não têm reflexos no cálculo da complementação de aposentadoria de empregado aposentado antes dessa data, e são destinadas apenas ao pessoal da ativa. Para ex-funcionários do banco que, antes desse período, aderiram a Plano de Incentivo à Aposentadoria e são beneficiados pelo Plano da Previ, são aplicáveis as normas vigentes na época da aposentadoria.

Esse entendimento vem sendo consolidado em recorrentes decisões sobre o tema na Seção I Especializada em Dissídios Individuais do Tribunal Superior do Trabalho. Por isso, a Quarta Turma, em julgamento recente, se utilizou da mesma interpretação para acatar recurso de revista do banco contra ex-empregado da empresa.

Como esclareceu a relatora, ministra Maria de Assis Calsing, o quadro fático descrito pelo Tribunal do Trabalho mineiro (3ª Região) revelara que o trabalhador tinha sido contemplado pelo Plano de Incentivo à Aposentadoria somado ao Plano da Previ, tendo podido optar por um ou outro critério de complementação de aposentadoria, conforme lhe fosse mais vantajoso.

De qualquer modo, o TRT/MG havia rejeitado o recurso ordinário do banco e reconhecido o direito do aposentado às complementações de aposentadoria. No entanto, segundo a relatora, essa decisão contrariou a jurisprudência do TST, segundo a qual as alterações na estrutura do Plano de Cargos Comissionados do Banco do Brasil de 1996 não modificam a base de cálculo da complementação de aposentadoria dos empregados aposentados antes da nova regra.

Assim, como são indevidas as diferenças salariais pedidas pelo aposentado a esse título, a Quarta Turma, por unanimidade, julgou improcedente a reclamação trabalhista. (RR–65300-10.2005.5.03.0135)



Fonte: ASCOM do TST

Em negociação com Contraf-CUT, BB aceita saldar dívidas com bolsas de estudo

A Comissão de Empresa de funcionários do BB da Contraf-CUT realizou nesta quarta-feira, 10, mais uma reunião da mesa de negociação permanente com representantes da direção do banco para buscar solucionar pendências e apresentar outras reivindicações da categoria.Devido à extensão da pauta, foram debatidos alguns temas prioritários, como as bolsas de estudo disponibilizadas pelo banco aos empregados, o plano odontológico, a SESMT, o reajuste de 3% sobre o VCP de VP, as pendências relacionadas às incorporações do Besc e da Nossa Caixa e a baixa das horas de greve que constam do banco de horas. Outras questões ficaram para novas reuniões a serem realizadas ainda em março e no início de abril.Bolsas de estudoOs representantes da direção do BB apresentaram proposta para saldar as dívidas dos empregados que se inscreveram em bolsas de estudo oferecidas pelo banco, mas que não concluíram a graduação. Em contraproposta ao que foi discutido com o movimento sindical, o banco aprovou que o funcionário em débito com o programa de bolsas de graduação e pós-graduação poderá pagar a dívida à vista com descontos de até 50% ou em até 18 parcelas, salvo casos excepcionais. O banco divulgará em seus canais de comunicação os critérios de forma detalhada.Os dirigentes sindicais pediram também que sejam suspensos os débitos de quem se inscreveu nos cursos de idiomas à distância, mas cumpriu o programa, até que sejam discutidos os critérios e normas relativas ao programa piloto. O movimento sindical apontou algumas falhas no processo, mas apóia a iniciativa e entende que devem ser expandidas as opções de cursos de idiomas, dado o processo de expansão internacional que o banco vem planejando.Plano OdontológicoO tema foi levado mais uma vez para a mesa de negociação e parece que a solução está próxima. Foi informado que o presidente do banco ordenou que esta pendência seja resolvida em, no máximo, 60 dias.O atraso, segundo os representantes do banco, se dá pela demora em negociações com parceiros comerciais para a construção do plano, já que a Cassi informou não ser capaz de implantá-lo e geri-lo. Centros de Suporte OperacionalOs membros da Comissão questionaram sobre os destino dos centros CSO's e CLS's em função de estudos que têm sido promovidos sobre as atividades executadas nessas dependências. Os representantes da empresa prometeram verificar junto aos setores responsáveis e trazer informações assertivas na próxima mesa de negociação.IncorporaçõesCom o encerramento da mesa temática de incorporações, os assuntos que contêm divergência conceitual ou possibilidades de acordos específicos passam a ser tratados na mesa permanente. Os representantes sindicais cobraram a migração da cobertura do plano de saúde aos funcionários de bancos incorporados. Os funcionários que saíram de seus estados de origem e aqueles que não tinham cobertura do plano de saúde, que é o caso dos egressos do Besc, precisam de uma solução urgente. Quanto aos funcionários oriundos da Nossa Caixa, o banco afirmou que orientou os dirigentes do Economus, recém indicados pelo BB, a buscarem uma solução definitiva para o problema e emergencialmente será buscada uma solução transitória junto à Unimed.Quanto às indenizações devidas aos funcionários vindos da Nossa Caixa referentes à Gratificação Variável, o banco propõe pagar apenas o equivalente a três anos dos benefícios, frente à reivindicação de pelo menos dez anos apresentada pelo movimento sindical. O debate sobre o tema continuará nas próximas reuniões.O movimento sindical continuou defendendo também que sejam desmembrados os valores que compõem o VCPI para que os trabalhadores não percam a referência do seu salário base e os reflexos no PCS ou contribuições relativas ao plano de benéficos de aposentadoria.Para os funcionários do CPD egresso da Nossa Caixa, o banco está alinhavando um projeto para a área de TI, que poderá ser apresentado ainda nesta na quinta-feira (11).SESMTA estrutura já está bem determinada com o quadro de 145 profissionais alocados em todos os estados. O preenchimento das vagas se dará pelo aproveitamento de profissionais do quadro do BB mais outros contratados por meio de concurso público. Diante dos prazos legais causados pelas eleições gerais deste ano, a lista de aprovados no concurso, para contratação de profissionais técnicos, terá de ser publicada até o início de julho. Para conclusão do projeto falta apenas a precificação dos cargos e mais alguns ajustes. Comitês de ÉticaO BB lançou a cartilha, mas não encerrou as discussões quanto ao modelo de funcionamento dos Comitês de Ética. Os bancários reiteraram a inclusão de representação da Contraf-CUT para acompanhamento do Comitê Nacional e reivindicaram que, na eleição dos representantes regionais, sejam considerados titulares e suplentes, para que não haja solução de continuidade quando da ausência dos titulares, seja por férias ou outros tipos de afastamentos.Mesas TemáticasEm função do previsto no acordo coletivo, de que temas pautados sejam de comum acordo entre as partes, os representantes do funcionalismo pediram uma listagem dos itens que o banco não deseja discutir nas mesas temáticas. Essas questões serão automaticamente incluídas nas mesas de negociação permanente. Fonte: Seeb DFEm negociação com Contraf-CUT, BB aceita saldar dívidas com bolsas de estudo Crédito: Agnaldo Silva A Comissão de Empresa de funcionários do BB da Contraf-CUT realizou nesta quarta-feira, 10, mais uma reunião da mesa de negociação permanente com representantes da direção do banco para buscar solucionar pendências e apresentar outras reivindicações da categoria.Devido à extensão da pauta, foram debatidos alguns temas prioritários, como as bolsas de estudo disponibilizadas pelo banco aos empregados, o plano odontológico, a SESMT, o reajuste de 3% sobre o VCP de VP, as pendências relacionadas às incorporações do Besc e da Nossa Caixa e a baixa das horas de greve que constam do banco de horas. Outras questões ficaram para novas reuniões a serem realizadas ainda em março e no início de abril.Bolsas de estudoOs representantes da direção do BB apresentaram proposta para saldar as dívidas dos empregados que se inscreveram em bolsas de estudo oferecidas pelo banco, mas que não concluíram a graduação. Em contraproposta ao que foi discutido com o movimento sindical, o banco aprovou que o funcionário em débito com o programa de bolsas de graduação e pós-graduação poderá pagar a dívida à vista com descontos de até 50% ou em até 18 parcelas, salvo casos excepcionais. O banco divulgará em seus canais de comunicação os critérios de forma detalhada.Os dirigentes sindicais pediram também que sejam suspensos os débitos de quem se inscreveu nos cursos de idiomas à distância, mas cumpriu o programa, até que sejam discutidos os critérios e normas relativas ao programa piloto. O movimento sindical apontou algumas falhas no processo, mas apóia a iniciativa e entende que devem ser expandidas as opções de cursos de idiomas, dado o processo de expansão internacional que o banco vem planejando.Plano OdontológicoO tema foi levado mais uma vez para a mesa de negociação e parece que a solução está próxima. Foi informado que o presidente do banco ordenou que esta pendência seja resolvida em, no máximo, 60 dias.O atraso, segundo os representantes do banco, se dá pela demora em negociações com parceiros comerciais para a construção do plano, já que a Cassi informou não ser capaz de implantá-lo e geri-lo. Centros de Suporte OperacionalOs membros da Comissão questionaram sobre os destino dos centros CSO's e CLS's em função de estudos que têm sido promovidos sobre as atividades executadas nessas dependências. Os representantes da empresa prometeram verificar junto aos setores responsáveis e trazer informações assertivas na próxima mesa de negociação.IncorporaçõesCom o encerramento da mesa temática de incorporações, os assuntos que contêm divergência conceitual ou possibilidades de acordos específicos passam a ser tratados na mesa permanente. Os representantes sindicais cobraram a migração da cobertura do plano de saúde aos funcionários de bancos incorporados. Os funcionários que saíram de seus estados de origem e aqueles que não tinham cobertura do plano de saúde, que é o caso dos egressos do Besc, precisam de uma solução urgente. Quanto aos funcionários oriundos da Nossa Caixa, o banco afirmou que orientou os dirigentes do Economus, recém indicados pelo BB, a buscarem uma solução definitiva para o problema e emergencialmente será buscada uma solução transitória junto à Unimed.Quanto às indenizações devidas aos funcionários vindos da Nossa Caixa referentes à Gratificação Variável, o banco propõe pagar apenas o equivalente a três anos dos benefícios, frente à reivindicação de pelo menos dez anos apresentada pelo movimento sindical. O debate sobre o tema continuará nas próximas reuniões.O movimento sindical continuou defendendo também que sejam desmembrados os valores que compõem o VCPI para que os trabalhadores não percam a referência do seu salário base e os reflexos no PCS ou contribuições relativas ao plano de benéficos de aposentadoria.Para os funcionários do CPD egresso da Nossa Caixa, o banco está alinhavando um projeto para a área de TI, que poderá ser apresentado ainda nesta na quinta-feira (11).SESMTA estrutura já está bem determinada com o quadro de 145 profissionais alocados em todos os estados. O preenchimento das vagas se dará pelo aproveitamento de profissionais do quadro do BB mais outros contratados por meio de concurso público. Diante dos prazos legais causados pelas eleições gerais deste ano, a lista de aprovados no concurso, para contratação de profissionais técnicos, terá de ser publicada até o início de julho. Para conclusão do projeto falta apenas a precificação dos cargos e mais alguns ajustes. Comitês de ÉticaO BB lançou a cartilha, mas não encerrou as discussões quanto ao modelo de funcionamento dos Comitês de Ética. Os bancários reiteraram a inclusão de representação da Contraf-CUT para acompanhamento do Comitê Nacional e reivindicaram que, na eleição dos representantes regionais, sejam considerados titulares e suplentes, para que não haja solução de continuidade quando da ausência dos titulares, seja por férias ou outros tipos de afastamentos.Mesas TemáticasEm função do previsto no acordo coletivo, de que temas pautados sejam de comum acordo entre as partes, os representantes do funcionalismo pediram uma listagem dos itens que o banco não deseja discutir nas mesas temáticas. Essas questões serão automaticamente incluídas nas mesas de negociação permanente. Fonte: Seeb DF

Assinado acordo do auxílio educacional do Banco Mercantil do Brasil

Assinado acordo do auxílio educacional do Banco Mercantil do Brasil Crédito: Seeb Belo Horizonte Foi assinado na última sexta, 5 de março, com a direção do Banco Mercantil, em Belo Horizonte, acordo coletivo que contempla a implementação do auxílio bolsa educacional para o ano de 2010. O auxílio irá beneficiar 100 funcionários com bolsa mensal no valor de R$ 200,00, garantidas 12 parcelas anuais deste valor, totalizando uma ajuda anual de R$ 2.400,00 para cada bancário contemplado. O banco irá investir o montante de R$ 20 mil reais mensais, totalizando investimento anual na ordem de R$ 240 mil reais anuais com o programa. Essa foi uma conquista histórica dos funcionários e do Sindicato de Belo Horizonte, em que o Mercantil do Brasil sai de anos de atraso e passa a investir na educação superior do seu quadro pessoal. Estiveram presentes na ato da assinatura do acordo o presidente da Contraf-CUT, Carlos Cordeiro, a Presidenta da Fetraf-CUT/MG, Magaly Fagundes, o presidente do Sindicato dos Bancários de BH e Região, Cardoso, e o os funcionários do banco e diretores do Sindicato Marco Aurélio Alves e Vanderci Antônio da Silva.Vanderci ressaltou o espírito de luta e perseverança dos funcionários que através de muito esforço tiveram sua solicitação atendida. "Agora vamos intensificar para conquistarmos o auxílio odontológico, inclusão do cônjuge no plano de saúde e melhores condições de trabalho", afirmou.Para Marco Aurélio, o mais importante foi a quebra de paradigma na instituição que durante anos resistiu em conceder o auxílio. "Se ontem trabalhávamos em uma empresa que não investia um centavo na educação do seu quadro pessoal, hoje podemos dizer que, a bolsa de R$ 200,00 de auxílio educacional é uma conquista de todos os funcionários, contemplados ou não neste primeiro momento", afirmou.Já o presidente do Sindicato, Cardoso, ressaltou que não faltará garra e trabalho para que novas conquistas no Mercantil do Brasil sejam obtidas. "Com muita luta e mobilização ainda iremos alcançar novos avanços para valorização os bancários e bancárias do Mercantil do Brasil" , enfatizou. Para Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT, esse é um momento histórico para os funcionários do Banco Mercantil do Brasil. "Em um mundo globalizado, onde a exigência de graduação é um fator preponderante para inserção no mercado de trabalho, nada mais coerente do que os banqueiros investirem na educação do seu quadro de pessoal" ressaltou.O Banco Mercantil do Brasil, através da Superintendência de Recursos Humanos, irá disponibilizar todas as informações para a inclusão dos funcionários candidatos à bolsa educacional, ainda este mês. Fonte: Seeb Belo Horizonte Assinado acordo do auxílio educacional do Banco Mercantil do Brasil Crédito: Seeb Belo Horizonte Foi assinado na última sexta, 5 de março, com a direção do Banco Mercantil, em Belo Horizonte, acordo coletivo que contempla a implementação do auxílio bolsa educacional para o ano de 2010. O auxílio irá beneficiar 100 funcionários com bolsa mensal no valor de R$ 200,00, garantidas 12 parcelas anuais deste valor, totalizando uma ajuda anual de R$ 2.400,00 para cada bancário contemplado. O banco irá investir o montante de R$ 20 mil reais mensais, totalizando investimento anual na ordem de R$ 240 mil reais anuais com o programa. Essa foi uma conquista histórica dos funcionários e do Sindicato de Belo Horizonte, em que o Mercantil do Brasil sai de anos de atraso e passa a investir na educação superior do seu quadro pessoal. Estiveram presentes na ato da assinatura do acordo o presidente da Contraf-CUT, Carlos Cordeiro, a Presidenta da Fetraf-CUT/MG, Magaly Fagundes, o presidente do Sindicato dos Bancários de BH e Região, Cardoso, e o os funcionários do banco e diretores do Sindicato Marco Aurélio Alves e Vanderci Antônio da Silva.Vanderci ressaltou o espírito de luta e perseverança dos funcionários que através de muito esforço tiveram sua solicitação atendida. "Agora vamos intensificar para conquistarmos o auxílio odontológico, inclusão do cônjuge no plano de saúde e melhores condições de trabalho", afirmou.Para Marco Aurélio, o mais importante foi a quebra de paradigma na instituição que durante anos resistiu em conceder o auxílio. "Se ontem trabalhávamos em uma empresa que não investia um centavo na educação do seu quadro pessoal, hoje podemos dizer que, a bolsa de R$ 200,00 de auxílio educacional é uma conquista de todos os funcionários, contemplados ou não neste primeiro momento", afirmou.Já o presidente do Sindicato, Cardoso, ressaltou que não faltará garra e trabalho para que novas conquistas no Mercantil do Brasil sejam obtidas. "Com muita luta e mobilização ainda iremos alcançar novos avanços para valorização os bancários e bancárias do Mercantil do Brasil" , enfatizou. Para Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT, esse é um momento histórico para os funcionários do Banco Mercantil do Brasil. "Em um mundo globalizado, onde a exigência de graduação é um fator preponderante para inserção no mercado de trabalho, nada mais coerente do que os banqueiros investirem na educação do seu quadro de pessoal" ressaltou.O Banco Mercantil do Brasil, através da Superintendência de Recursos Humanos, irá disponibilizar todas as informações para a inclusão dos funcionários candidatos à bolsa educacional, ainda este mês. Fonte: Seeb Belo Horizonte

Itaú Unibanco desvaloriza bancários e se nega a pagar PLR cheia para todos

Itaú Unibanco desvaloriza bancários e se nega a pagar PLR cheia para todos Crédito: Gerardo Lazzari/Seeb SP O Itaú Unibanco não aceitou a reivindicação da Contraf-CUT e se negou a pagar a PLR cheia para todos os seus funcionários. A negativa do banco aos trabalhadores foi anunciada na negociação desta quarta-feira, 10, ocorrida na sede do Sindicato dos Bancários de São Paulo.O movimento sindical manteve a reivindicação de pagamento integral da PLR para todos os bancários, alcançando o teto de 2,2 salários limitado a R$ 14.696. O banco, no entanto, insiste em sua proposta, que definiu o pagamento da PLR no teto a apenas 46% dos trabalhadores, que estão na faixa salarial de até R$ 2.836."O banco adota uma postura de desrespeito com seus funcionários ao insistir no pagamento de uma PLR menor que a do ano passado mesmo com o crescimento do lucro", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT. Ele lembra ainda que a empresa vem utilizando o chamado turn-over para fechar postos de trabalho, diminuindo o número de funcionários.Os números do Dieese demonstram ainda que o montante destinado pela empresa para o pagamento de bônus para os altos executivos cresceu 86% entre 2008 e 2009, passando de R$ 121 milhões para R$ 225 milhões. "O banco demonstra só ter interesse em valorizar seus altos executivos, desrespeitando os funcionários. Não podemos aceitar essa distorção", afirma Jair Alves, um dos coordenadores da Comissão de Organização dos Empregados do banco (COE Itaú Unibanco).O Dieese também questiona o volume de recursos destinado pela empresa para o pagamento de dividendos para acionistas. O banco provisionou R$ 3,4 bilhões para essa finalidade, mas, por lei, os acionistas têm direito a receber 25% do lucro líquido, o que corresponde a R$ 1,8 bilhões.Outros problemasOs trabalhadores também cobraram do banco solução para problemas ocorridos nos pagamento dos programa próprios de remuneração da empresa. Diversos funcionários questionaram os valores recebidos em programa como o Agir e o RR.Um dos problemas atingiu os gerentes que atuavam no Unibanco que passaram a trabalhar depois da fusão com a plataforma do Itaú (Programa Agir). Estes empregados foram pagos pelo programa do Unibanco (RR), que deixou de vigorar. Com isso, muitos bancários que já trabalhavam com o Agir há vários meses, receberam sua remuneração com base no modelo do RR, resultando em valor inferior. A empresa não deu resposta para a demanda. Fonte: Contraf-CUT Itaú Unibanco desvaloriza bancários e se nega a pagar PLR cheia para todos Crédito: Gerardo Lazzari/Seeb SP O Itaú Unibanco não aceitou a reivindicação da Contraf-CUT e se negou a pagar a PLR cheia para todos os seus funcionários. A negativa do banco aos trabalhadores foi anunciada na negociação desta quarta-feira, 10, ocorrida na sede do Sindicato dos Bancários de São Paulo.O movimento sindical manteve a reivindicação de pagamento integral da PLR para todos os bancários, alcançando o teto de 2,2 salários limitado a R$ 14.696. O banco, no entanto, insiste em sua proposta, que definiu o pagamento da PLR no teto a apenas 46% dos trabalhadores, que estão na faixa salarial de até R$ 2.836."O banco adota uma postura de desrespeito com seus funcionários ao insistir no pagamento de uma PLR menor que a do ano passado mesmo com o crescimento do lucro", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT. Ele lembra ainda que a empresa vem utilizando o chamado turn-over para fechar postos de trabalho, diminuindo o número de funcionários.Os números do Dieese demonstram ainda que o montante destinado pela empresa para o pagamento de bônus para os altos executivos cresceu 86% entre 2008 e 2009, passando de R$ 121 milhões para R$ 225 milhões. "O banco demonstra só ter interesse em valorizar seus altos executivos, desrespeitando os funcionários. Não podemos aceitar essa distorção", afirma Jair Alves, um dos coordenadores da Comissão de Organização dos Empregados do banco (COE Itaú Unibanco).O Dieese também questiona o volume de recursos destinado pela empresa para o pagamento de dividendos para acionistas. O banco provisionou R$ 3,4 bilhões para essa finalidade, mas, por lei, os acionistas têm direito a receber 25% do lucro líquido, o que corresponde a R$ 1,8 bilhões.Outros problemasOs trabalhadores também cobraram do banco solução para problemas ocorridos nos pagamento dos programa próprios de remuneração da empresa. Diversos funcionários questionaram os valores recebidos em programa como o Agir e o RR.Um dos problemas atingiu os gerentes que atuavam no Unibanco que passaram a trabalhar depois da fusão com a plataforma do Itaú (Programa Agir). Estes empregados foram pagos pelo programa do Unibanco (RR), que deixou de vigorar. Com isso, muitos bancários que já trabalhavam com o Agir há vários meses, receberam sua remuneração com base no modelo do RR, resultando em valor inferior. A empresa não deu resposta para a demanda. Fonte: Contraf-CUT

quarta-feira, 10 de março de 2010

Sintraf Teófilo Otoni e região promove “happy hour” para homenagear bancárias


O Sindicato dos Bancários de Teófilo Otoni e região, promoveu dia 08/03, no restaurante “O Bem Bolado”, um happy hour para homenagear as mulheres bancárias, pelo “dia internacional da mulher”.

A presença de mais de 50 bancárias, que prestigiaram o convite do sindicato, embelezou aquela casa noturna e deixou o ambiente mais cheiroso.

Foi um bate papo muito agradável, descontraído, com troca de informações, e, principalmente, oportunidade para que colegas de instituições diferentes pudessem se conhecer, além de saborearem um delicioso churrasco regado com cerveja e refrigerante.

A diretoria do sindicato agradece às colegas bancárias, que nos deram a honra da presença e espera contar com um público, ainda maior, nos próximos eventos.