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Crédito: Jailton Garcia - Contraf-CUT
Diretoria executiva eleita da Contraf-CUT para a gestão 2012-2015Os 316 delegados do 3º Congresso da Contraf-CUT elegeram por unanimidade na manhã deste domingo (1º de abril) a nova direção da entidade para o triênio 2012-2015. Reeleito presidente, o bancário do Itaú Carlos Cordeiro comemorou a forte unidade alcançada no congresso e enumerou os desafios da próxima gestão."O 3º Congresso mostrou uma unidade muito grande tanto entre os sindicatos quanto entre as forças políticas e, desta forma, a nova direção eleita é o resultado desse processo", afirma Cordeiro, que também é presidente da UNI Américas Finanças. "A chapa eleita tem uma capacidade enorme de produção política. Avançamos muito na gestão anterior e podemos fazer ainda mais com a nova direção", projeta destacando ainda a importância de cumprir a cota de 30% de mulheres na nova diretoria.Cordeiro vê dois eixos principais para a tarefa da Contraf-CUT no próximo período. Por um lado, está a ampliação do diálogo com outros atores da sociedade. "Precisamos dialogar com a sociedade, especialmente sobre o sistema financeiro, que é nossa área de atuação. Por isso, é fundamental a realização de uma conferência nacional sobre o tema, para que a sociedade conheça o sistema financeiro e pense em como fazer a fiscalização e o controle dele. Além disso, vamos também discutir outros temas importantes, como as reformas política e tributária", ressalta.O outro eixo é a promoção do emprego decente no ramo financeiro, com a luta por melhores condições de trabalho, segurança, remuneração digna e proteção ao emprego. Entre os principais pontos, Cordeiro cita a luta contra o assédio moral e as metas abusivas, pela ratificação da Convenção 158 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) que coíbe as demissões imotivadas, mais segurança, remuneração maior e previdência complementar. "Temos três anos para mudar essa realidade dos bancários. O Brasil está crescendo e precisa distribuir renda e melhorar as condições dos trabalhadores e esse é nosso papel enquanto dirigentes sindicais", completa.Novas secretarias e campanha por saúdeAntes da eleição, a plenária final do 3º Congresso da Contraf-CUT aprovou por unanimidade algumas alterações estatutárias, atualizando o texto para a realidade atual da confederação. Entre as principais mudanças, estão a criação das secretarias da Mulher e de Relações de Trabalho, que já existem na estrutura da CUT.O congresso aprovou também a realização de uma campanha nacional sobre saúde. "Vamos colocar o ano de 2012 como o ano da saúde dos bancários. Vamos tratar da saúde dos bancários de forma ampla, incluindo a saúde suplementar, o Sistema Único de Saúde e outros pontos", afirma Walcir Previtale, secretário eleito de Saúde da Contraf-CUT . "Segundo os dados do INSS, a nossa categoria tem cada vez mais afastados", completa.Esta será a primeira de um novo modelo de campanha temática que passará a ser realizada pelos bancários. "Vamos definir um novo tema a cada ano, que será trabalhado por todos os sindicatos nacionalmente, num modelo semelhante ao da Campanha da Fraternidade da CNBB", explica Cordeiro.Também foi aprovada por unanimidade a convocação de uma conferência nacional sobre o sistema financeiro, a fim de que a sociedade possa debater o papel dos bancos, a política de crédito e a universalização dos serviços bancários. "Precisamos fazer um grande debate em todo o país sobre o sistema financeiro que temos e o que queremos, pois banco é concessão públicas e não pode visar o lucro fácil e exorbitante, mas atender aos interesses da sociedade", salienta o presidente da Contraf-CUT.Conheça a nova diretoria executiva da Contraf-CUT:Presidência - Carlos Cordeiro (São Paulo)Vice-presidência - Carlos Souza (Rio de Janeiro)Secretária-Geral - Ivone Silva (São Paulo)Secretaria de Finanças - Roberto Von Der Osten (Paraná)Secretaria de Imprensa - Ademir Wiederkehr (Rio Grande do Sul)Secretaria de Formação - William Mendes (São Paulo)Secretaria de Políticas Sociais - Andrea Freitas Vasconcelos (Roraima)Secretaria de Política Sindical - Carlindo Abelha (Minas Gerais)Secretaria de Organização - Miguel Pereira (Rio de Janeiro)Secretaria de Estudos Sócio-econômicos - Antonio Piroti (Rio Grande do Sul)Secretaria de Saúde - Walcir Previtale (São Paulo)Secretaria de Relações Internacionais - Mario Raia (São Paulo)Secretaria de Assuntos Jurídicos - Alan Patrício (Pernambuco)Secretaria da Mulher - Deise Recoaro (São Paulo)Secretaria de Relações do Trabalho - Adilson Barros (Rio de Janeiro)Diretores executivosPlinio Pavão (São Paulo)Simoni Nascimento (Santa Catarina)Mauri Sergio Souza (Campinas)Marcos Saraiva (Ceará)Fabiana Uehara (Brasília)Manoel Elidio Rosa (São Paulo)Rosalina Amorim (Pará)Barbara Peixoto de Oliveira (Brasilia)Fonte: Contraf-CUT
Crédito: Jailton Garcia - Contraf-CUT
Lançamento da campanha ocorreu no 3º Congresso da Contraf-CUTA Central Única dos Trabalhadores (CUT) lançou na manhã deste domingo (1º), durante o último dia do 3º Congresso da Contraf-CUT, em Guarulhos, a campanha "Liberdade e Autonomia Sindical - democratizar relações de trabalho para ampliar e garantir direitos". A iniciativa vem sendo divulgada desde 8 de março e possui como uma das suas frentes de ação o plebiscito "Eu digo NÃO ao imposto sindical". A coleta de assinaturas dos trabalhadores começou em 26 de março e deve se estender até final de abril. O atual secretário de administração e finanças da CUT, Vagner Freitas, falou sobre a importância de se acabar com o imposto sindical no Brasil. Ele lembrou que a Contraf-CUT é uma das maiores afiliadas da central em todo Brasil. "Temos 90% dos trabalhadores do setor financeiro filiados à CUT". Vagner também recordou a luta histórica de construção da maior central da América Latina. "A CUT foi fundada em 1983, no final da ditadura no Brasil. Surgiu para romper com uma estrutura sindical varguista atrasada e equivocada, baseada num sindicato sem participação dos trabalhadores. A Central completa 30 anos em 2013 e, ao longo desses anos, se tornou a quinta maior central do mundo".O dirigente, que foi presidente da Contraf-CUT (2006-2009), destacou que no Brasil existem 19 mil sindicatos, mas que muitos não são representativos, pois são apenas de "gaveta". "Lamentavelmente temos uma grande quantidade de sindicatos que não existem, apenas arrecadam. A CUT leva o sindicalismo a sério, representamos o trabalhador na plenitude, dedicamos nossa vida ao movimento, precisamos valorizar o sindicalismo nacional e a democracia. Precisamos acabar com o imposto sindical e transformá-lo em contribuição, de acordo com a vontade do trabalhador", reforçou.Além disso, Vagner disse que a sustentação dos sindicatos deve sair apenas do bolso do trabalhador. "Temos que mudar a estrutura sindical brasileira, pois o imposto sindical é um câncer. Não concordamos que o trabalhador pague um dia de trabalho no ano, sem que seja consultado", denunciou. Material da campanha já está disponívelA secretária de Mulheres da CUT, Rosane Silva, fez a apresentação das peças da campanha, destacando que as atividades que devem se estender até 2013. "Essa mobilização está diretamente ligada à luta pela ratificação da Convenção 87 da OIT, que garante a liberdade de organização sindical", explicou. Rosane mostrou o material de divulgação da Campanha, que já está disponível para download no site da CUT. O conjunto de ferramentas de divulgação é composto por "praguinhas", jornal que traz a proposta da CUT para um novo sistema sindical, outdoor, que já está nas ruas de várias cidades brasileiras, panfleto, boné, camisetas, banners, spot de rádio e vídeo. "As ações da campanha deverão ter como norte a ampliação da conscientização e mobilização de nossas bases no sentido de concretizar iniciativas, tendo em vista sindicatos livres e autônomos", afirma Rosane. O objetivo é que a campanha sirva não apenas para debate, mas que para mobilização da base e articulação de negociações. "Queremos ir além da discussão sobre o fim do imposto sindical e pautar questões fundamentais, como o funcionamento do sistema sindical no Brasil, de modo a avançar no processo de participação das bases. Queremos avançar no processo democrático, de modo que os sindicatos estejam em todos os locais de trabalho e que os conflitos sejam resolvidos localmente", afirmou Rosane."Nossa campanha vai além da luta pela liberdade e autonomia sindical. Queremos contribuir para a consolidação da democracia do Brasil. Vivemos em um país que se diz democrático, mas não temos democracia plena, e as relações no mundo trabalhista são prova disso. Os dirigentes sindicais são ameaçados cotidianamente", denunciou. Unidade e mobilizaçãoRosane apelou para que cada sindicato leve aos locais de maior concentração de trabalhadores as cédulas e urnas de votação do plebiscito. "Nosso objetivo é alcançar 50% da base sindicalizada, o que corresponde a cerca de 3,5 milhões de trabalhadores", projetou. "Essa é uma tarefa importante e deve ser assumida por cada um dos nossos militantes", salientou. A dirigente da CUT fez ainda um alerta aos trabalhadores. "Vamos sofrer no próximo período de campanha muita pressão por parte de outras centrais sindicais. Inclusive algumas delas já iniciaram ofensiva contra a campanha. Por isso, é preciso muita unidade e mobilização neste momento", disse."Temos que ressaltar o quanto pudermos em nossas bases que o que queremos não é simplesmente o fim do imposto sindical. Queremos construir uma proposta com as bases para que a gente possa financiar democraticamente nossa luta. Queremos substituir o imposto por uma proposta que seja construída coletivamente pelos trabalhadores", concluiu.Fonte: Contraf-CUT
A Chapa 1 é formada por associados da ativa e aposentados, de todas as regiões do paísA eleição para a renovação de parte da diretoria executiva e dos conselhos deliberativo e fiscal da Cassi, o plano de saúde dos funcionários do Banco do Brasil, começa nesta segunda-feira 2 de abril e vai até o dia 13. A Contraf-CUT apoia a Chapa 1 - Cuidando da Cassi, encabeçada por Mirian Fochi, secretária de Assuntos Jurídicos da confederação e candidata a Diretora de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes."A Chapa 1 é a mais representativa, reunindo funcionários da ativa e aposentados de todas as regiões do país. São pessoas com um histórico de luta em defesa dos interesses dos associados, em conjunto com o movimento sindical", afirma Marcel Barros, secretário-geral da Contraf-CUT e funcionário do Banco do Brasil. "Hoje, diversos interesses procuram desviar a Cassi de seus objetivos, defendendo a associação com empresas do mercado e outras medidas que podem por a perder tudo que os bancários conquistaram no plano. Os membros da Chapa 1 são as pessoas mais indicadas para defender os bancários nesse momento complexo", avalia.Conheça os membros da Chapa 1 - Cuidando da Cassi:Mirian Fochi - Diretora de Planos de Saúde e Relacionamento com ClientesÉ Conselheira Deliberativa eleita da Previ, com mandato até maio de 2012. Tem MBA em Gestão Empresarial pela FGV. Graduada em Turismo. Conselheira certificada pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC); tem certificação da OIT (Organização Internacional do Trabalho) no Programa Institucional para Igualdade de Gênero e Raça; certificada como Conselheira em Direitos Humanos com ênfase nos Direitos da Mulher pela Secretaria Nacional de Direitos Humanos. Foi diretora do Sindicato de Brasília, integrou a Comissão de Empresa dos Funcionários do BB. Atualmente é Secretária de Assuntos Jurídicos da Contraf-CUT .Conselho DeliberativoAntonio Cladir Tremarin - TitularJosé Adriano Soares - TitularMilton dos Santos (Miltinho) - SuplenteMário Fernando Engelke - SuplenteConselho FiscalCarmelina P. dos Santos (Carminha) - TitularJoão Antônio Maia Filho - TitularCláudio Gerstner - SuplenteJosé Eduardo Marinho - SuplenteConheça as principais propostas da Chapa 1:Exigir compromisso permanente do banco com a CassiVamos cuidar da Cassi para que ela não acabe, garantindo e ampliando os direitos para todos: ativos, aposentados e funcionários incorporados. A Agência Nacional de Saúde editou a ANS 254, exigindo a cobertura de novos procedimentos. O plano que não cumprir a norma até agosto de 2012 será fechado a novas adesões. Lutaremos incansavelmente para que o banco e a Cassi façam adesão à norma e garantam o plano para todos.Além do exame periódico, promover a saúde no local de trabalhoA Cassi, como cuidadora de saúde, precisa atuar de forma mais incisiva e realizar campanhas de prevenção à saúde nos locais de trabalho. A parceria com o banco precisa ir além do exame anual e das vacinações. Precisa incluir a prevenção às doenças do trabalho e programas de promoção à saúde, como combate à hipertensão, diabetes, obesidade, má alimentação, estresse e outras enfermidades ligadas à tensão no trabalho. Agilizar a liberação de guiasA liberação de guias de internação, exames e procedimentos cirúrgicos na Cassi é muito burocratizada e demorada. Faltam interlocutores com capacidade de decisão para os associados recorrerem regionalmente. Vamos estabelecer um conjunto de procedimentos que não necessitarão deste tipo de autorização, que serão controlados por auditoria médica.Fazer o Plano Odontológico funcionar e atender os aposentadosConquista da greve de 2008, o plano está funcionando mal. Querem limitar e baratear o programa sem avaliar que a Cassi, que fornece 400 mil pacientes, não tem poder de interferir para a melhoria do atendimento. Queremos o Plano para todos os associados, inclusive aposentados, com atendimento eficiente, prestativo e de qualidade. Aumentar e melhorar a rede credenciadaVamos fazer parcerias com gerentes de agências, representantes dos funcionários e conselhos de usuários para credenciar profissionais e agilizar seu credenciamento em todos municípios com agências do BB.Melhorar o relacionamento com prestadores de serviçoMuitos profissionais se descredenciaram da Cassi por causa da morosidade e burocratização do pagamento. Vamos expandir o pagamento/faturamento eletrônico, para agilizar e melhorar o relacionamento com os prestadores, além de reduzir o risco de fraudes. Melhorar e ampliar as equipes de Saúde da FamíliaOs serviços próprios da Cassi são essenciais para o modelo que se baseia na prevenção e promoção da saúde. Vamos fortalecer essa estratégia e promover a adesão espontânea aos serviços próprios, oferecendo como contrapartida o fim da coparticipação.Acelerar expansão da rede referenciadaVincular os associados, por adesão espontânea, a um médico referenciado do Programa Mais Cassi, oferecendo atendimento personalizado e integral. Esse médico acompanhará melhor a saúde do associado, encaminhando-o ao especialista quando necessário. Vamos agilizar a implantação do Mais Cassi, que ainda funciona como piloto, dispensando a coparticipação para quem aderir espontaneamente.Ampliar e melhorar programas de prevenção e o PACAcelerar a expansão dos programas de atenção domiciliar, saúde mental, plena idade, saúde cardiovascular e bem viver, nos quais hoje estão inscritos pouco mais de 10% dos usuários da Cassi. Vamos estender a todo o país o Programa de Atenção aos Crônicos que visa evitar a progressão das enfermidades e de suas complicações. Fortalecer os Conselhos de UsuáriosReforçaremos o papel dos Conselhos de Usuários, fóruns democráticos de fiscalização e acompanhamento da Cassi. Defendemos os conselhos como facilitadores de convênios com médicos, hospitais e clínicas. Vamos negociar com o BB a liberação dos conselheiros para as reuniões.Aprimorar o Programa de Assistência Farmacêutica (PAF)Melhorar o PAF, adequando-o às orientações da OMS, de forma a garantir que o programa seja benéfico para a saúde e o bolso de todos. Aumentar o número de farmácias credenciadas, negociando bons descontos. Fonte: Contraf-CUT
A Contraf-CUT, federações e sindicatos retomam nesta terça-feira (3), às 14h, o Comitê de Relações Trabalhistas (CRT) do Santander, em São Paulo. A pauta de reivindicações dos trabalhadores já foi encaminhada ao banco espanhol, incluindo novas demandas e também pendências de reuniões anteriores. Trata-se da primeira reunião do CRT em 2012.Entre as propostas dos bancários, estão questões sobre melhoria das condições de trabalho nas agências, acesso às informações sobre emprego, denúncias de divulgação de rankings individuais, relatório sobre bolsas de auxílio-educação, auxílio-academia de R$ 90 para todos os funcionários, manutenção da assistência média para todos os aposentados e acesso ao portal de RH por parte de dirigentes sindicais e funcionários afastados, dentre outros pontos.Clique aqui para ver a pauta de reivindicações."Esperamos que o banco traga respostas positivas para as reivindicações dos trabalhadores, que representem avanços para quem constrói dia a dia os lucros estrondosos da instituição, que atingiram R$ 7,7 bilhões em 2011, o que significou 28% dos ganhos mundiais do grupo", afirma o funcionário do Santander e secretário de imprensa da Contraf-CUT, Ademir Wiederkehr. "Para ser o banco do juntos, como aparece na propaganda, o Santander precisa fazer a lição de casa, respeitando e valorizando os seus trabalhadores", aponta.Reunião da COE do SantanderNesta segunda-feira (2), às 10h, a Contraf-CUT realiza reunião da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander, no auditório do Sindicato dos Bancários de São Paulo. O objetivo é preparar os debates com o banco e acompanhar o andamento dos grupos de trabalho que foram instalados recentemente (SantanderPrevi e Call Center).Fonte: Contraf-CUT