terça-feira, 4 de dezembro de 2012

EDITAL DE CONVOCAÇÃ0 DE ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA - Santander promove onda de demissões de funcionários às vésperas do Natal




Nas proximidades do Natal, o Santander deflagrou  uma nova onda de demissões em todo país, segundo informações enviadas por vários sindicatos e federações para a Contraf-CUT. Na última quinta-feira (29), os bancários de São Paulo já fizeram uma manifestação contra dispensas na Torre Santander, onde foram mandados embora 40 funcionários dos setores de Recursos Humanos, Jurídico, Organização e Eficiência e o de Gestão Integral e de Gastos.
Ainda não há números conhecidos sobre o total de trabalhadores demitidos. A Contraf-CUT já está fazendo um levantamento nacional junto aos sindicatos.
No Nordeste, dados preliminares de alguns sindicatos são preocupantes. Ocorreram 30 demissões em Pernambuco, 23 na Bahia, 14 em Alagoas e 10 na Paraíba. Na sua maioria, os desligados foram gerentes, com mais de 10 anos de banco e salários mais elevados. Houve também dispensas em São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, dentre outros estados, além de Brasília.
"Já solicitamos uma negociação com o Santander para discutir a suspensão imediata das dispensas e a manutenção dos empregos dos trabalhadores do banco", destaca Ademir Wiederkehr, funcionário do banco e secretário de imprensa da Contraf-CUT.
Para ele, nada justifica essas demissões. Nos nove primeiros meses do ano, o banco lucrou R$ 5,694 bilhões no Brasil, o que representa 26% do lucro mundial do Santander.
"Ao invés de demitir, o banco deveria, isto sim, fazer mais contratações, como foi reivindicado pelas entidades sindicais na última negociação com o banco, no dia 22 de novembro, durante o Comitê de Relações Trabalhistas", ressalta o dirigente sindical.
"Queremos melhores condições de trabalho, frear o adoecimento de trabalhadores e agilizar o atendimento aos clientes e usuários", defende Ademir.
"Ao demitir trabalhadores, faltando menos de um mês para o Natal, o Santander revela que não respeita o Brasil e os brasileiros", critica o diretor da Contraf-CUT. "Exigimos a suspensão imediata das demissões, a manutenção dos empregos e a geração de novos postos de trabalho, como forma de responsabilidade social e contrapartida para o desenvolvimento do país", conclui.
Fonte: Contraf-CUT
EDITAL DE CONVOCAÇÃ0 DE ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA
SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS BANCÁRIOS DE TEÓFILO OTONI E REGIÃO, CNPJ 22.056.808/0001-23, entidade sindical devidamente registrada no CNES do M.T. E. sob número 000.100.000.87351-5, por seu representante legal, seu presidente José Neiva Júnior, em obediência ao Art. 118, do estatuto desta entidade, convoca seus associados, empregados em estabelecimentos bancários dos bancos públicos e privados, da base deste sindicato, que compreende os municípios de: Águas Formosas, Araçuai, Ataléia, Campanário, Capelinha, Caraí, Carlos Chagas, Itambacuri, Ladainha, Machacalis, Malacacheta, Novo Cruzeiro, Padre Paraíso, Pavão, Poté e Teófilo Otoni (sede), para Assembleia Geral Ordinária que será realizada dia 06 do mês de dezembro de 2012, em primeira convocação às 17:00h.  e em segunda convocação às 17:30 horas, no endereço, na Avenida Getúlio Vargas nº 968, sala 201, centro, Teófilo Otoni, Minas Gerais, para discussão e aprovação da seguinte ordem do dia: 1) Apreciação e aprovação do plano orçamentário de 2013. Teófilo Otoni, 04 de dezembro de 2012. José Neiva Júnior - Presidente

Bancos multados em R$ 1,5 mi pela Polícia Federal é notícia em todo


Crédito: Guina - Contraf-CUT
Guina - Contraf-CUTPunições foram aplicadas na 95ª reunião da CCASP, em Brasília

As multas aplicadas pela Polícia Federal em 12 bancos na quinta-feira (29) de R$ 1,573 milhão por descumprimento da lei federal nº 7.102/83 e normas de segurança, durante a 95ª reunião da Comissão Consultiva para Assuntos de Segurança Privada (CCASP), em Brasília, viraram notícia em jornais, revistas, blogs, rádios e TVs em todo o país. 

O campeão de multas foi o Bradesco, seguido pelo Banco do Brasil, Itaú, Santander, HSBC, Caixa Econômica Federal, Banestes, Mercantil do Brasil, Safra, BNB, Sofisa e Banco da Amazônia.

As punições vieram a partir de processos abertos pelas delegacias estaduais de segurança privada (Delesp). As principais falhas apontadas foram agências e postos de atendimento com número insuficiente de vigilantes, planos de segurança não renovados, alarmes inoperantes, inauguração de agências sem aprovação de plano de segurança e cerceamento da fiscalização de policiais federais, dentre outras.

"Essas multas confirmam que os bancos tratam com negligência a segurança dos estabelecimentos", ressalta Ademir Wiederkehr, secretário de imprensa e representante da Contraf-CUT na CCASP e coordenador do Coletivo Nacional de Segurança Bancária.

Segundo o dirigente sindical, "recursos não faltam aos bancos para investir mais em segurança". Segundo estudo do Dieese, os números dos balanços comprovam o desleixo. Os cinco maiores bancos do país lucraram R$ 36,3 bilhões nos primeiros nove meses de 2012. Já as despesas com segurança e vigilância somaram R$ 2,6 bilhões, o que representa uma média de 6,2% em comparação com o lucro.

"Além de mais investimentos dos bancos, esperamos que o Ministério da Justiça finalize o projeto de lei do estatuto de segurança privada, atualizando a lei federal nº 7.102/83, garantindo novos equipamentos de prevenção contra assaltos e sequestros e colocando a proteção da vida das pessoas em primeiro lugar", destaca o dirigente da Contraf-CUT.

Confira algumas das notícias veiculadas em todo o país:

O Estado de São Paulo
PF multa 12 bancos por falta de segurança 

UOL Notícias
PF multa bancos em R$ 1,57 milhão por descumprimento de normas de segurança 

O Globo
PF multa 12 bancos devido a falhas na segurança 

Portal R7
Doze bancos são multados em R$ 1,5 milhão por falhas na segurança 

Diário de Pernambuco
Polícia Federal multa 12 bancos devido a falhas na segurança 

Infomoney
12 bancos são multados por falhas na segurança 

Nova Brasil FM
Polícia Federal multa 12 bancos do País, por falta de segurança 

Folha PE
PF multa 12 bancos por falta de segurança 

Rede Brasil Atual
Bancos são multados em R$ 1,5 milhão pela Polícia Federal por falta de segurança 

CUT
Polícia Federal multa 12 bancos em R$ 1,573 milhão por falhas na segurança 

Isto É
PF multa 12 bancos por falta de segurança 

Jornal Extra - PE
Polícia Federal multa 12 bancos por falta de segurança 

Clica Brasília
PF multa 12 bancos por falta de segurança 

Rede TV
PF multa 12 bancos por falta de segurança 

Tribuna de Minas
PF multa 12 bancos por falta de segurança 

Diário do Grande ABC
PF multa 12 bancos por falta de segurança 

Estado de Minas
Polícia Federal multa 12 bancos por falta de segurança 

A Tribuna - Santos
Polícia Federal multa 12 bancos por falta de segurança 

Portal Terra
PF multa 12 bancos em R$ 1,5 milhão por falhas na segurança 

A Tarde - BA
PF multa 12 bancos por falta de segurança 

BOL Notícias
12 bancos são multados por falhas na segurança 

Exame.com
PF multa 12 bancos por falta de segurança 

MSN Notícias
PF multa 12 bancos por falta de segurança 

JN Brasília
PF multa 12 bancos por falta de segurança 

Yahoo Notícias
PF multa 12 bancos por falta de segurança 

Diário do Comércio
PF multa 12 bancos por falta de segurança 

O Diário.com - PR
PF multa 12 bancos por falta de segurança 

Folha Vitória 
Polícia Federal multa 12 bancos por falta de segurança 

Jornal do Tocantins
PF multa 12 bancos por falta de segurança 

Hoje em Dia- MG
PF multa 12 bancos por falta de segurança 

Circuito MT
Polícia Federal multa 12 bancos em R$ 1,573 milhão por falhas na segurança 

Jornal A Cidade - Ribeirão Preto
PF multa 12 bancos por falta de segurança 

Diário Popular - Pelotas
PF multa 12 bancos por falta de segurança 

24 HorasNews - MT
PF multa 12 bancos em R$ 1,573 milhão por falhas na segurança 

NE 10 - PE
PF multa 12 bancos por falta de segurança 

VG News
Polícia Federal multa 12 bancos em R$ 1,573 milhão por falhas na segurança 

Só Notícias - MT
Polícia Federal multa 12 bancos por descumprirem normas de segurança 

Jornal Montes Claros - MG
PF multa 12 bancos em R$ 1,5 milhão por falhas na segurança 

Mídia Max - MS
PF multa 12 bancos em R$ 1,5 milhão por falhas na segurança 

Mercosul News - MS
PF multa 12 bancos em R$ 1,5 milhão por falhas na segurança 


Fonte: Contraf-CUT

Volume de transações eletrônicas cresceu 14% em 2011, aponta BC


  
O brasileiro está substituindo o cheque pelas transações eletrônicas. Segundo números divulgados nesta segunda-feira (3) pelo Banco Central (BC), o número de transações por meios eletrônicos de pagamento aumentou 14% no ano passado, enquanto o total de cheques emitidos caiu 5,1%. 

O levantamento também mostrou que o correntista está aderindo cada vez mais à internet. O volume de transações bancárias online aumentou 21,1% apenas no ano passado.

Os números foram divulgados no Adendo Estatístico de 2011 do Diagnóstico do Sistema de Pagamentos de Varejo no Brasil, apresentado hoje pelo BC. De acordo com o relatório, o crescimento dos instrumentos eletrônicos de pagamento foi impulsionado pelos cartões de crédito e de débito, cujo número de transações saltou 16,8% no ano passado. O volume de operações com cartões de crédito aumentou 16,2%, enquanto o total de transações com cartões de débito cresceu em ritmo ainda maior: 21.3%.

As transferências eletrônicas, que englobam as transferências entre contas-correntes e o uso de DOC (documento de crédito, transações entre contas de bancos diferentes) subiram 9,3% no ano passado. O débito automático, pagamento de contas por meio de débitos autorizados na conta-corrente, aumentou 15,9% em 2011.

No acumulado de cinco anos, a utilização dos meios eletrônicos de pagamento tem aumentado ainda mais. Entre 2006 e 2011, o volume de operações com cartões de débito saltou 149% nesse período, enquanto o uso de cartões de crédito crescer 113%. 

As transferências eletrônicas subiram 60%, mas o Banco Central não forneceu o crescimento acumulado das operações de débito direto porque, em 2009, novas modalidades de transações com débito automático passaram a ser permitidas, o que provocaria distorções nos dados.

No mesmo período, o cheque vem perdendo importância nas transações bancárias. De 2006 e 2011, as emissões de cheques caíram 28%, considerando as compensações entre contas de um mesmo banco. De acordo com o BC, no entanto, os cheques têm se restringido a pagamentos de maior valor. O valor médio por folha emitida saltou de R$ 623 em 2006 para R$ 1.131 no ano passado.

A pesquisa também constatou o uso cada vez mais intensivo da internet para transações bancárias. O número de operações online aumentou 21,1% no ano passado e 152% entre 2006 e 2011. Desde 2009, a internet se tornou o principal canal de atendimento bancário no país. O caixa eletrônico está em segundo lugar, mas tem perdido importância. O número de terminais em operação caiu de 174.920 em 2010 para 173.864 em 2011, retração de 0,6%.


Fonte: Agência Brasil

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BB, Itaú, Bradesco e Santander arrecadam R$ 8 bilhões com tarifas em 2012


  
Segundo reportagem do jornal Valor Econômico, Banco do Brasil, Itaú, Bradesco e Santander, principais instituições financeiras com ações em bolsa, arrecadaram cerca de R$ 8 bilhões de janeiro a setembro deste ano apenas com cobranças ligadas à conta corrente, expansão de 20% a 30% em relação a 2011.

O montante equivale a 25% do lucro líquido acumulado pelos bancos no mesmo perído. A reportagem lembra que, mesmo que haja clientes isentos de tarifas, alguém deve estar arcando com essa conta bilionária.

Desta forma, os clientes gastaram mais em 2012 com as taxas em comparação ao ano anterior. Há quase cinco anos da regulamentação de nomenclaturas do Banco Central, que facilitaram a comparação para o consumidor em diferentes bancos, o preço dos serviços bancários pesa no bolso.

Tarifas nas alturas 

Entre os quatro bancos, quando o assunto é pacote de tarifa, o mais cara é o do Santander: R$ 65. O mais barato custa R$ 5,5, no BB. Há serviços gratuitos que os bancos são obrigados a prestar por determinação do Banco Central e nas contas eletrônicas - e sem tarifas - oferecidas, sem alarde.

Mas se há planos mais baratos e até isentos de cobrança, quem fica com o mais caro? Os bancos têm a prática de trabalhar com iscas para tornar atrativos os pacotes mais salgados.

Uma estratégia antiga é a inclusão de um serviço desejado e bastante usado, mas que não costuma entrar na maior parte dos planos mais baratos, como a transferência de dinheiro de um banco para outro, via DOC/TED.

Entre os quatro bancos pesquisados, o mais barato que inclui esses serviços é o "Especial", do BB. Custa R$ 19,7 por mês, mas só dá direito a um DOC mensal. Por outro lado, oferece quantidades excessivas - pelo menos para a maioria das pessoas - de outros serviços: 22 transferências entre contas do próprio BB e 17 saques.

No Itaú, o preço do pacote "Total" é R$ 27,5 por mês, quase o dobro do preço do "Econômico", de R$ 14,10. Quem paga R$ 160 a mais por ano, totalizando R$ 330, pode fazer 24 saques por mês em caixas eletrônicos, ante 8 do plano mais barato, e realizar 34 transferências entre contas do mesmo banco, mais que uma por dia, em comparação com 12 do "Econômico". Nenhum dos dois tem DOC ou TED incluídos. Esses serviços só fazem parte do pacote de quem paga a partir de R$ 30,40 por mês.

Em alguns desses combos mais sofisticados, que incluem DOC e outros serviços, os bancos ampliam ainda mais o volume de serviços como saques, o que serve de argumento para o preço mais caro. O total de saques e transferências sobe para 20, 30 eventos por mês ou se torna até mesmo ilimitado. É algo recorrente nas quatro instituições analisadas pelo Valor.

Muitos dos serviços que compõe os pacotes são bem pouco utilizados pelos clientes. Segundo a reportagem, com a engenharia usada pelos bancos para montar os pacotes, fica mais difícil a comparação direta e há uma aparente justificativa para um plano ser mais caro que outro.

Com a ação do governo para que os bancos reduzissem os juros, outra ação teve de ser tomada. Muitos bancos vincularam os cortes à adesão a pacotes de serviços, fazendo com que o BC interferisse e deixasse claro que redução de spread não pode ser compensada por aumento de tarifas.


Fonte: Contraf-CUT com Valor Econômico

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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Santander antecipa pagamento da folha de dezembro para dia 14



 


Os trabalhadores do Santander já podem se programar para as despesas de final de ano. O banco anunciou que o pagamento do salário do mês de dezembro, que normalmente sai no dia 20, será antecipado para o dia 14.

A bolsa auxílio paga aos estagiários também será adiantada, assim como o crédito de verbas como cesta-alimentação e vale-refeição.

"Essa antecipação é importante, pois permite que o trabalhador se organize para os gastos extras que sempre acontecem com as festas de final de ano. Sabemos que programar as compras nesse período é fundamental, pois muita coisa acaba saindo mais cara", observou Maria Rosani, diretora executiva do Sindicato dos Bancários de São Paulo e coordenadora da Comisão de Organização dos Empregados (COE) do Santander.



Fonte: Contraf-CUT com Seeb São Paulo

Chapa única é eleita com 98,8% dos votos para o Sindicato de Jundiaí



 


Os bancários de Jundiaí e Região foram às urnas, na terça e quarta-feiras, dias 27 e 28, e elegeram a direção para o mandato 2013-2016 do Sindicato. Com 1.021 votos (98,8%), foi eleita a Chapa 1, encabeçada pelo atual secretário-geral e funcionário do Bradesco, Douglas Yamagata.

Para a Secretaria-Geral foi eleito Roberto Rodrigues, dirigente do Santander e também secretário geral da FETEC-CUT/SP, e para a Secretaria de Finanças, Paulo Santos Mendonça, o Paulão, da Caixa Federal, e atual presidente da entidade.

O pleito contou com ampla participação da base, expressando a aprovação dos bancários frente ao trabalho desempenhado pela entidade ao longo dos anos, na defesa da categoria e com inserções nas comunidades e instâncias locais, com lutas por melhor qualidade de vida para o conjunto da sociedade, atuando como Sindicato Cidadão.

A história do Sindicato dos Bancários de Jundiaí e Região remonta ao ano de 1985, quando suas lideranças, ainda associadas à Subsede do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, desempenharam importante papel na greve da categoria daquele ano. Um ano depois, nascia a Associação dos Bancários de Jundiaí, cuja atuação possibilitou a sua transformação, em 1989, em Sindicato dos Bancários de Jundiaí e Região.

As duas últimas gestões da entidade, sob o comando de Paulo Santos Mendonça, representaram um salto no papel do sindicato, resultando em avanços nas últimas eleições municipais, com a eleição de representantes dos trabalhadores e de lideranças comprometidas com um novo projeto político.

"Sempre estivemos preocupados em melhorar as condições de trabalho dos bancários e em fortalecer o Sindicato Cidadão. Agora, com o novo cenário municipal, nosso trabalho tem condições de avançar ainda mais", afirma Paulão, que também é membro do Conselho Municipal de Emprego e Renda de Jundiaí.

"Sempre estivemos atentos às transformações no mundo do trabalho. Mas, para a próxima gestão, objetivamos melhorar ainda mais o nosso trabalho, tendo dois importantes desafios. O de intensificar a luta por mais contratações e melhores condições de saúde e de trabalho e o de seguir atuante nos grandes debates da sociedade, buscando um mundo mais justo e igualitário", afirma o presidente eleito, Douglas Yamagata.

"A vitória traduz a aprovação da trajetória que vem sendo percorrida pelo sindicato na luta pelo direito dos trabalhadores e ratifica o compromisso renovado pela gestão que se inicia com a classe trabalhadora e com a sociedade, para a qual contará com total apoio da FETEC/CUT-SP", salienta Luiz César de Freitas, o Alemão, presidente da FETEC-CUT/SP.

A posse da direção eleita será no dia 3 de fevereiro de 2013.

Veja a composição da diretoria eleita para a gestão 2013-2016:

Diretoria Administrativa (Efetivos)

Presidente: Douglas Kazuyuki Yamagata (Bradesco)

Secretaria Geral: Roberto Rodrigues (Santander)

Secretaria de Finanças: Paulo Santos Mendonça (Caixa)

Secretaria de Patrimônio: Adelmo Luiz Sampaio (HSBC)

Secretaria de Imprensa: Antonio Cortezani (Santander)

Secretaria de Formação: Sandra de Oliveira (Santander)

Secretaria Jurídica: Gisele Cristina Bonati (Itaú)

Suplentes da Diretoria Administrativa: Gerson Carlos Pereira (Bradesco), Paulo Eduardo Silva Malerba (BB), Silvio Rodrigues da Silva Santos (BB), Claudia Aparecida Barros Souza (HSBC), Valdir Arruda Pereira (Bradesco), Álvaro Pires da Silva (BB), Letícia Mariano da Silva (Itaú)

Conselho Fiscal - Efetivos: Elvis Carlos Bartholomeu (Itaú), Sandro Rogério Bacan (Bradesco), Alexandre Vaccaro Rodrigues (Itaú)

Suplentes do Conselho Fiscal: Anderson de Jesus Zanon (Bradesco), Kátia Regina Pierobão Monteiro (Santander), Sérgio Hideo Kaneko (Caixa)

Conselho de Representantes - Efetivos: Natalício Gomes da Silva (Santander), Paulo Pinheiro Bispo (aposentado Caixa)

Suplentes do Conselho de Representantes: Roberto Oda (BB), Heloísa Filgueiras Elias (BB)

Conselho de Delegados Sindicais - Jundiaí- Efetivo: Irineu Romero Filho (Santander), Suplente: Orlando Vinci (BB); Várzea Paulista - Efetivo: Selma Valkiria Victorino Galzoni (Santander); Campo Limpo Paulista - Efetivo: Marcos Natal Pessine (BB), Suplente: Márcio Conchetto (Caixa); Franco da Rocha - Efetivo: João José Chinelatto (Itaú), - Suplente: Angela de Lima Lapera (BB) Francisco Morato: Efetivo : Juvêncio Evangelista (Itaú).


Fonte: Contraf-CUT com Fetec-CUT/SP

Caixa cumpre compromisso e supera total de 92 mil empregados em 2012



 


O quadro de pessoal da Caixa Econômica Federal atingiu nesta sexta-feira (30) o total de 93.114 empregados. No Acordo Coletivo de Trabalho 2011-2012, o banco havia se comprometido a alcançar 92 mil postos de trabalho até 31 de dezembro de 2012. Desta forma, o número foi superado com um mês de antecedência.

Já o acordo 2012-2013 prevê que o banco deve gerar mais 7 mil empregos até 31 de dezembro de 2013, o que irá totalizar 99 mil trabalhadores na Caixa.

"É uma vitória importante do movimento sindical na luta pela ampliação do emprego, embora saibamos que há uma demanda crescente nas agências da Caixa, agravada pela inauguração de muitas novas agências", afirma Plínio Pavão, diretor executivo da Contraf-CUT e empregado da Caixa.

"A expectativa é que esse processo de contratações continue regularmente em 2013 para que o banco chegue a cumprir a meta de 99 mil empregados em 2013, de forma a mitigar o problema da sobrecarga de trabalho e melhorar a qualidade do atendimento ao público", destaca o dirigente sindical.


Fonte: Contraf-CUT