quarta-feira, 28 de outubro de 2009

BNB: proposta mantém abono de R$ 500,00 e adianta 1/3 do salário para compensar com a PLR


Em reunião realizada nesta segunda-feira, dia 26/10, entre a Comissão Nacional dos Funcionários (CNFBNB/Contraf-CUT) e a Superintendência de Desenvolvimento Humano do Banco, foi apresentada uma nova proposta com o objetivo de encerrar as discussões da campanha salarial 2009 do funcionalismo do BNB. Logo no início da reunião, o Banco informou que havia ajuizado o dissídio coletivo e a Comissão se esforçou no sentido de preservar o processo negocial arrancando alguns avanços, principalmente relativos à PLR e ao abono de R$ 500,00 (tributável quanto ao imposto de renda)

Com relação à PLR, o Banco informou que o valor provisionado para este semestre não dará para quitar integralmente a primeira parcela prevista na regra da Fenaban. Após reivindicação da CNFBNB para que fossem encontradas alternativas que compensassem o funcionalismo, o Banco propôs, adicionalmente, adiantar, nos moldes do empréstimo de férias, 1/3 da remuneração bruta de cada funcionário, paga juntamente com a antecipação de PLR em 6/11/2009. Este valor será compensado quando do pagamento total da PLR de 2009 em abril de 2010. Caso o saldo da PLR seja insuficiente para quitação do adiantamento de 1/3 este será parcelado em até 12 vezes..

Além disso, o Banco reafirmou os compromissos anteriores, como buscar junto aos órgãos controladores a extensão da licença-prêmio para todos os funcionários com direito adquirido, e o reajuste de 3% no PCR. Foram definidas ainda a criação de um calendário de negociação dos passivos trabalhistas, prevendo pelo menos uma reunião com cada sindicato dentro de prazo de 30 dias; e de um comitê para discussão do assédio moral, nos moldes do que será implantado no Banco do Brasil. Entretanto, o formato deste comitê será definido na mesa de negociação permanente.

O Banco manteve ainda a proposta de desconto dos dias parados, com a compensação de duas horas para cada hora trabalhada, com limite até o dia 15/12 . A Comissão Nacional orientou a aceitação da proposta. Em caso de aceitação, o Banco comprometeu-se a realizar o pagamento das diferenças salariais e dos benefícios já no próximo dia 29/10.

O pagamento da primeira parcela da PLR e do adiantamento de 1/3 da remuneração bruta compensável na parcela final da PLR será efetivado dia 6/11.

Resultado das assembléias.

Acataram A orientação da CNFBNB/Contraf-Cut pela aceitação da proposta e fim da greve as assembléias dos sindicatos do: PI- AL- PB- BA- Vitória da conquista e Extremo Sul da Bahia. Rejeitaram, mas submetem-se à decisão da maioria os sindicatos do Maranhão e R.G do Norte. Continuam em greve com assembléia hoje as bases vinculadas aos sindicatos de Pernambuco e Sergipe.

A assembléia convocada para próxima quinta-feira, 29/10, com o objetivo de avaliar a proposta do banco e deliberar sobre o retorno ou não à greve da base representada pelo Sindicato dos Bancários do Ceará esta mantida, apesar da decisão da maioria dos Sindicatos com BNB na base ter deliberado pelo fim da greve.

Fonte: Comissão Nacional dos Funcionários do BNB

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Greve dos bancários do BNB termina em Alagoas, Bahia, Paraíba e Piauí Os bancários do Banco do Nordeste do Brasil (BNB) realizaram na noite desta

Os bancários do Banco do Nordeste do Brasil (BNB) realizaram na noite desta segunda-feira, 26, assembleias para deliberar a respeito da proposta específica apresentada pelo banco e da continuidade ou não da greve. Iniciada no dia 24 de setembro, a paralisação dos bancários do BNB completou hoje 33 dias.

Os trabalhadores deliberaram por voltar ao trabalho nesta terça-feira nas bases de Alagoas, Bahia, Paraíba e Piauí, de acordo com informações dos sindicatos recebidas pela Contraf-CUT até as 22h. Enquanto isso, os bancários de Pernambuco e Sergipe decidiram rejeitar a proposta e manter a paralisação. Os funcionários do Maranhão e Rio Grande do Norte resolveram que se submetem à decisão da maioria das bases. Os trabalhadores do Ceará já haviam encerrado a greve.

A proposta foi apresentada pela direção do banco ao Comando Nacional dos Bancários e à Comissão dos Funcionários (CFBNB) em negociação realizada na tarde desta segunda-feira, em Fortaleza.

Pelo acordo, o BNB deve cumprir a Convenção Coletiva da categoria, assinada com a Fenaban. As novidades são o adiantamento da PLR de 20 de março de 2010 correspondente a 1/3 do salário bruto a cada empregado, e o passivo trabalhista, que consiste na retomada das negociações relativas às ações judiciais no prazo de 30 dias, com apresentação de proposta em reunião até dia 26 de novembro.


Fonte: Contraf-CUT

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Contraf cobra Fenaban para que bancos aceitem pedidos de licença-maternidade


A Contraf-CUT enviou nesta sexta-feira, dia 23, um documento ao presidente da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), Fábio Barbosa, denunciando que os bancos estão descumprindo a cláusula 24ª da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2009/2010, recém assinada, ao criarem obstáculos para que bancárias em licença maternidade possam solicitar a sua ampliação em dois meses, independente da adesão de cada instituição ao Programa Empresa Cidadã.

Segundo o presidente da Contraf-CUT, Carlos Cordeiro, "o fato do banco não ter aderido ao Programa Empresa Cidadã, instituído pela lei nº 11.770, de 09.09.2008, não retira o direito da bancária de solicitar a prorrogação da licença". A convenção coletiva estabelece, inclusive, para essas trabalhadoras o prazo de até 30 dias contados a partir da data da assinatura para manifestar essa opção. Tal prazo vai até o dia 17 de novembro.

Na carta, a Contraf-CUT reivindica que a Fenaban, "por meio da adoção de uma atitude responsável frente à sociedade e, sobretudo, às gestantes, esclareça aos seus associados que o recebimento da solicitação de prorrogação, feita pelas empregadas que estejam em gozo de licença maternidade, deverá ser recebida pelos bancos, independente da adesão ao programa".

Veja a íntegra da cláusula:

AMPLIAÇÃO DA LICENÇA-MATERNIDADE

A duração da licença-maternidade prevista no inciso XVIII do art. 7° da CF poderá ser prorrogada por 60 dias, desde que haja adesão expressa do banco empregador ao Programa Empresa Cidadã, instituído pela Lei nº 11.770, de 09.09.2008 e, também, solicitação escrita da empregada até o final do primeiro mês após o parto.

Parágrafo Primeiro
A prorrogação da licença-maternidade terá início no dia imediatamente posterior ao término da fruição da licença de que trata o inciso XVIII do caput do art. 7º da CF.

Parágrafo Segundo
A empregada que adotar ou obtiver guarda judicial para fins de adoção de criança fará jus à prorrogação referida no caput, desde que a requeira no prazo de 30 dias após a respectiva adoção ou sentença judicial.

Parágrafo Terceiro
A concessão dessa ampliação fica condicionada à plena vigência do incentivo fiscal, em favor do empregador, de que tratam os artigos 5° e 7º da Lei nº 11.770, de 09.09.2008.

Parágrafo Quarto
As empregadas que na data da assinatura desta Convenção estejam em gozo de licença-maternidade, terão até 30 (trinta) dias contados a partir desta data, para manifestar a opção referida no caput.


Fonte: Contraf-CUT

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Bancários exigem adicional da PLR sobre último balanço do Santander

Crédito: Celso Luiz/Seeb SP

Celso Luiz/Seeb SP Na próxima quarta-feira, dia 28, o Grupo Santander Brasil vai creditar a antecipação da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) para os seus funcionários. Conforme a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2009/2010, a regra básica da PLR prevê o pagamento de 54% do salário mais R$ 614 com teto de R$ 4.008. Já o adicional da PLR estabelece a distribuição linear de 2% do lucro líquido do primeiro semestre deste ano limitado a R$ 1.050.

Conforme estudo do Dieese, o adicional da PLR do Santander deverá ser de R$ 940,30. Esse valor foi calculado de acordo com a revisão do balanço patrimonial consolidado condensado publicado pelo Santander e auditado pela Deloitte Touche Thomatsu Auditores Independentes, que apontou lucro de R$ 2,45 bilhões no primeiro semestre.

Trata-se do último balanço divulgado pelo banco espanhol e apresentado aos investidores no recente processo de oferta de ações, que levou o Santander a captar mais de R$ 14 bilhões, a maior oferta inicial de ações de todos os tempos na Bovespa e a maior do mundo neste ano.

"Exigimos que esse balanço seja utilizado para a apuração do adicional da PLR. O Santander não pode mostrar um lucro aos acionistas e usar outro para pagar a PLR dos trabalhadores, justamente os principais responsáveis pelos resultados do banco", afirma o presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional dos Bancários, Carlos Cordeiro.

Veja a simulação da PLR por faixa salarial no quadro abaixo:

Salário 54% do sal. Parte fixa Total regra* 2% L.L. Total a receber**
1.250 675 614 1.289 940 2.229
2.000 1.080 614 1.694 940 2.634
2.500 1.350 614 1.964 940 2.904
5.000 2.700 614 3.314 940 4.254
8.000 4.320 614 4.008 940 4.947

*Na regra básica, a antecipação da PLR é limitada a R$ 4.008
**Total a receber na antecipação: regra básica mais adicional

Fonte: Contraf-CUT com Seeb São Paulo

Itaú Unibanco vai pagar reajuste, diferenças e antecipação da PLR no dia 27

A direção do Itaú Unibanco confirmou para a próxima terça-feira, dia 27, os depósitos das conquistas arrancadas pela categoria na greve nacional dos bancários deste ano e garantidas na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2009/2010, que foi assinada na segunda-feira, dia 19, entre a Contraf-CUT e demais entidades sindicais com a Fenaban, em São Paulo.


Os trabalhadores terão creditada a primeira parcela da Participação nos Lucros e Resultados (PLR): 54% do salário mais R$ 614 limitada a R$ 4.008, acrescida do valor adicional de 2% do lucro líquido do primeiro semestre limitado a R$ 1.050.

Os funcionários também receberão as diferenças retroativas a 1º de setembro (data-base da categoria) do reajuste de 6% nos salários e demais verbas como auxílio-creche/babá, vales refeição e alimentação.

O pagamento iemdiato atende reivindicação feita em documento enviado pela Contraf-CUT na última sexta-feira, dia 16, aos bancos, como forma de contemplar a grande expectativa da categoria.

Já 13ª cesta-alimentação de R$ 289,31 será creditada pela instituição financeira no dia 27 de novembro.


Fonte: Contraf-CUT com Seeb São Paulo

Bancários do Bradesco recebem antecipação da PLR nesta sexta

Depois da reivindicação da Contraf-CUT, o Bradesco começa nesta sexta, dia 23, a pagar as conquistas da greve nacional dos bancários, com a antecipação da Participação nos Lucros e Resultados (PLR). O banco vai creditar a primeira parcela da regra básica e do adicional da PLR.

Os funcionários recebem 54% do salário mais R$ 614 (60% da regra básica da PLR composta por 90% do salário mais R$ 1.024) limitada a R$ 4.008. O adicional da PLR será a distribuição linear de 2% do lucro líquido do primeiro semestre e corresponde ao teto de R$ 1.050.

Segundo o banco, está confirmado o crédito da 13ª cesta-alimentação (R$ 289,36) e as diferenças das verbas - tíquete-refeição, cesta-alimentação e auxílio-creche/babá - correspondentes aos meses de setembro e outubro para a próxima quarta-feira, dia 28.

Já as diferenças salariais serão creditadas no dia 29. A categoria conquistou este ano um reajuste de 6%. Como a data-base dos bancários é 1º de setembro, o índice deve ser aplicado retroativamente, o que traz diferenças nos salários e verbas.



Fonte: Contraf-CUT com Seeb BH
Depois da reivindicação da Contraf-CUT, o Bradesco começa nesta sexta, dia 23, a pagar as conquistas da greve nacional dos bancários, com a antecipação da Participação nos Lucros e Resultados (PLR). O banco vai creditar a primeira parcela da regra básica e do adicional da PLR.


Os funcionários recebem 54% do salário mais R$ 614 (60% da regra básica da PLR composta por 90% do salário mais R$ 1.024) limitada a R$ 4.008. O adicional da PLR será a distribuição linear de 2% do lucro líquido do primeiro semestre e corresponde ao teto de R$ 1.050.

Segundo o banco, está confirmado o crédito da 13ª cesta-alimentação (R$ 289,36) e as diferenças das verbas - tíquete-refeição, cesta-alimentação e auxílio-creche/babá - correspondentes aos meses de setembro e outubro para a próxima quarta-feira, dia 28.

Já as diferenças salariais serão creditadas no dia 29. A categoria conquistou este ano um reajuste de 6%. Como a data-base dos bancários é 1º de setembro, o índice deve ser aplicado retroativamente, o que traz diferenças nos salários e verbas.



Fonte: Contraf-CUT com Seeb BH

Força da greve dos bancários garante campanha vitoriosa e mais conquistas

Crédito: Augusto Coelho/Seeb DF

Augusto Coelho/Seeb DF "Os bancários acabam de dar mais uma grande demonstração de sua organização, de sua determinação de luta e de sua percepção de que sua força para conquistar direitos reside na capacidade de juntar todos esses atributos com a unidade de ação. Foi isso que permitiu aos bancários mais uma campanha vitoriosa, que serve de exemplo a todos os trabalhadores brasileiros. E por isso todos os bancários e bancárias estão de parabéns."

Assim o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e coordenador do Comando Nacional dos Bancários, Carlos Cordeiro, avalia o resultado da campanha nacional, que acrescentou novas conquistas à Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2009/2010, assinada com a Fenaban no dia 19 de outubro. A greve continua no BNB e no Banese.

Com a maior greve da categoria em mais de duas décadas, que parou 7.200 agências de bancos públicos e privados nos 26 Estados e no Distrito Federal, os bancários obtiveram conquistas importantes na campanha nacional: aumento real pelo sexto ano consecutivo em todas as verbas salariais, a melhor PLR desde a sua implantação em 1995, a abertura de 15 mil novos postos de trabalho no Banco do Brasil e na Caixa, licença-maternidade de 180 dias em todos os bancos, inclusão pela primeira vez na Convenção Coletiva de programa de reabilitação profissional, instalação de comitês de ética para combater o assédio moral no BB e na Caixa, além de outros importantes avanços nas cláusulas sociais, como na igualdade de oportunidades, o reconhecimento dos direitos legais nas relações homoafetivas e a reativação das comissões para discutir saúde e segurança bancária.

Força da greve arranca proposta

A campanha nacional começou este ano com a estratégia clara dos bancos de interromper a série de aumentos reais de salário que a categoria vinha conquistando desde 2004 e de reduzir de 15% para 5,5% do lucro líquido o montante da PLR a ser distribuído aos trabalhadores. Para conter a participação da categoria e reprimir a greve, os bancos mais uma vez usaram e abusaram dos interditos proibitórios e chegaram a montar uma estratégia de repressão com a polícia militar, como foi descoberto e denunciado pelo Sindicato de São Paulo.

"Os bancários deram uma resposta à altura à provocação dos banqueiros e fizeram uma das maiores greves da categoria. Foi com certeza a que contou com a maior participação de trabalhadores de bancos privados desde a paralisação histórica de 1985. Foi a força e a unidade dessa mobilização que arrancou dos bancos a nova proposta e as novas conquistas, passando por cima dos interditos proibitórios", afirma Carlos Cordeiro.

A construção da unidade

O presidente da Contraf-CUT considera que também contribuíram para o êxito da campanha a estratégia de unidade nacional que vem sendo buscada desde 2003 e o caráter democrático da construção da pauta de reivindicações. A campanha deste ano na verdade começou logo que foi fechado o acordo do ano passado, com o prosseguimento das discussões nas mesas temáticas de questões importantes para a categoria, como a igualdade de oportunidades, a segurança bancária, a necessidade de implementação de políticas de combate ao assédio moral e às metas abusivas e a busca de um novo modelo de PLR, que fosse mais simples, transparente e justa para os bancários.

A pauta de reivindicações começou a ser discutida pela categoria ainda em abril, quando o Comando Nacional dos Bancários se reuniu em São Paulo para planejar a campanha. Entre maio e junho, os sindicatos realizaram consultas em todo o país para conhecer os principais problemas e as reivindicações dos bancários, reforçadas por uma pesquisa nacional encomenda pelo Comando. Os resultados das consultas nortearam os debates nas assembleias dos sindicatos e nas conferências regionais, cujos resultados foram encaminhados para aprovação final da 11ª Conferência Nacional dos Bancários, realizada entre 17 e 19 de julho.

"A busca incessante da unidade nacional da categoria e a maior participação possível dos bancários nos debates e processos de tomada de decisão foram e são dois princípios básicos que sempre perseguimos, porque acreditamos serem elas as nossas armas mais importantes no embate com o patronato, o que ficou comprovado mais uma vez na campanha deste ano", diz Carlos Cordeiro.

Os próximos desafios

É por causa da unidade nacional, do esforço permanente pelo fortalecimento da organização e do exercício da participação democrática que os bancários são a única categoria profissional com múltiplas empresas que possuem uma única Convenção Coletiva de Trabalho, que garante os mesmos direitos a todos os trabalhadores de todos os bancos, públicos e privados, em todo o país.

"Foi assim que a categoria bancária obteve todas as suas conquistas através da história", lembra o presidente da Contraf-CUT. "Mas apesar do êxito de mais uma campanha, restam ainda muitas coisas a conquistar, que passarão pelas negociações permanentes banco a banco, como o fim do assédio moral e das metas abusivas, a garantia de emprego nos processos de fusão, a contratação de mais bancários para diminuir a carga de trabalho e melhorar o atendimento à população, mais segurança contra assaltos, previdência complementar e igualdade de oportunidades para todos. O nosso desafio agora é mantermos a unidade, aperfeiçoarmos a organização e partirmos em busca de novas conquistas."


Fonte: Contraf-CUT